EC CORA CORALINA

Código INEP: 53005716
Endereço: Fazenda Paranoá – DF 250 – Km 2,5 – Região dos Lagos – Sobradinho/DF
CEP: 73255-903
Telefone: (61) 3901 7555
E-mail: eccoracoralina@gmail.com
Site:
Projeto Pedagógico: PP 2018


Equipe Gestora
Diretor: Maria Aparecida de Oliveira
Vice-Diretor: Andrea Cordeiro de Moura
Supervisora: Karla Regina Santos Freire
Chefe de Secretaria: Rosa Maria Torres Peres


Escola em Casa – Quarentena

Em tempo de isolamento social e crianças em casa, as escolas do campo que ainda não podem contar com o recurso de salas virtuais no Classroom, estão usando a criatividade e se adaptando a nova realidade.
A professora Andrea Cordeiro de Moura, Vice-diretora da EC Cora Coralina explica que desde o início do ano, a equipe pedagógica da escola já tinha organizado uma lista de transmissão no WhatsApp para cada turma da escola. Com a suspensão das aulas, ficou mais fácil manter as famílias atualizadas com informações rápidas e diretas.
A equipe pedagógica decidiu mergulhar de vez no ambiente digital e no universo das redes sociais, criando um perfil no Istagram @eccoracoralina, onde a comunidade encontra informações gerais sobre a escola, suas atividades e planejamento.

BOM TRABALHO CRIANÇAS!


Atendimento
Educação Infantil
Ensino Fundamental – Anos Iniciais (do 1° ao 5° ano);
Sala de Recursos Generalista (Anos Iniciais);Transtorno Global do Desenvolvimento);
Ensino Especial (Deficiências Múltiplas);
Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem (Psicólogo Itinerante e Pedagogo);
Orientação Educacional.

Turnos
Matutino: 07h30min às 12h30min
Vespertino: 13h30min às 16h30min


Histórico
Em meados da década de 1980, por iniciativa da comunidade das chácaras, que a circundam, nasceu a Escola Classe Córrego de Sobradinho.  À época, a escola pertencia à Região Administrativa de Sobradinho. Iniciou suas atividades com apenas uma sala de aula em condições mínimas oferecidas para o trabalho de professores na zona rural, uma sala de aula, um quarto para professores que deveriam residir na escola, localizada no meio do cerrado, sem estradas asfaltadas, luz elétrica, rede de água encanada. 
Em 1996, devido à demanda escolar, foi ampliada para três salas de aula. No entanto, no ano 2000 as três salas já não mais atendiam à realidade local, sendo necessária a utilização da “capela”, obra construída por moradores locais, após a construção da escola e localizada ao lado dessa Unidade de Ensino.
As primeiras professoras, recém-formadas, concursadas para trabalhar com as séries iniciais e como alfabetizadoras, foram para uma escola muito pequena, onde não havia diretora nem funcionários. Por esta razão, as professoras trabalhavam sozinhas e tinham que resolver todos os problemas da escola. As dificuldades de acesso à zona rural naquela época eram muito grandes. Não havia transporte para as professoras, que desta feita precisavam passar a semana na escola indo para casa somente nos finais de semana.
Como não havia água encanada, nem coleta de lixo, as soluções eram improvisadas. A água vinha de uma bica próxima, os canos muitas vezes entupiam deixando a escola sem água.  Em frente à escola havia uma fossa a céu aberto, mas a escola internamente era mantida sempre limpa e asseada. 
A estrutura da escola, apesar de precária, abrigava um número bem pequeno de alunos (30 a 40 crianças, menos que uma turma de hoje) o que permitia as professoras realizarem um trabalho pedagógico quase individualizado.
O sentimento de reconhecimento dos pais (amor, respeito e consideração) era um elemento importante para as professoras. O reconhecimento social recebido refletia-se na atividade profissional das professoras e o comprometimento das crianças ajudava no processo de aprendizagem significativa. Um modelo que reforçava a escola como sendo algo importante a ser valorizado na vida das famílias.
Como a demanda da escola aumentara era preciso ampliar o espaço da escola. A reconstrução da escola se deu a partir do ano de 2000, após a conquista pela moradia no Itapoã.  A Secretaria não considerava necessária a reconstrução da escola, foi então que a Diretora na época teve a ideia de fotografar todos os problemas da escola e elaborou um relatório detalhado justificando o pedido de reconstrução, alegando que, com o crescimento populacional do Itapoã, uma nova escola se faria necessária para atender a demanda. Ao final a Secretaria concordou em demolir o barracão onde funcionava precariamente e reconstruir a escola.
O período de reconstrução da escola exigiu muito esforço de todos e as crianças passaram a ter aulas no contra-turno de duas escolas rurais próximas, sendo transportados de ônibus para essas escolas. 
Para melhor atender os alunos em suas especificidades, principalmente os Portadores de Necessidades, Educacionais Especiais – ANEE, a partir do ao de 2007, esta Unidade de Ensino passou a ser Escola Inclusiva.
No ano de 2012 foi inaugurada a Biblioteca Monteiro Lobato e implantado o Projeto de leitura – Projeto Transformação – que faz parte deste PPP, onde todos participam frequentando semanalmente a Biblioteca para leitura, empréstimos de livros de literatura infanto-juvenil com a utilização de computadores. Esse projeto da ênfase e incentivo a leitura para que os estudantes escrevam suas próprias histórias em forma de livros, proporcionando-lhes a visibilidade, a elevação da autoestima e confiança em si e, como consequência, o protagonismo de ações. Em 2015, a unidade escolar passou a fazer parte do Projeto Bibliotecas do Saber – Grupo CASCOL. Em 2016, na Feira do Livro em Brasília/DF, a escola foi classificada em 2º Lugar, dentre os cinco finalistas dos 105 projetos selecionados no Distrito Federal.
Nesse mesmo ano, a escola ficou em 1º lugar no IDEB na região Administrativa do Paranoá. Após 32 anos de história, foi criada a nossa bandeira tendo como símbolo as araras Canindé. Em 2017, promoveu o seu 6º Festival do Livro com premiação de tablets e notebooks, como incentivo à leitura e produção de livros. E, neste ano homenageou a poetisa goiana Cora Coralina com a proposta de mudança do nome da escola. Em Janeiro de 2018 foi publicada a portaria nº12 de 25 de janeiro de 2018, mudando o nome desta escola de Córrego de Sobradinho para Cora Coralina.

Projetos
Os principais projetos da escola listados e se possível, com uma pequena explanação sobre cada um deles.